Início OPINIÃO Das 25 cidades piores para os idosos, 17 estão no Nordeste, diz jornal paulista
Das 25 cidades piores para os idosos, 17 estão no Nordeste, diz jornal paulista

Das 25 cidades piores para os idosos, 17 estão no Nordeste, diz jornal paulista

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Um estudo publicado na edição desta quarta-feira do jornal O Estado de São Paulo indica as 25 piores e as 25 melhores cidades brasileiras para se envelhecer – considerando somente aquelas com mais de 100 mil moradores.

Os dois rankings resultam de estudo do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, em parceria com a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP). O resultado foi apresentado no Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL)

A pesquisa identifica ambientes amigáveis para idosos, levando em conta aspectos como cuidados de saúde, bem-estar, transporte, situação financeira, trabalho e oportunidades educacionais, envolvimento com a comunidade e habitação.

Foram separadas as 150 cidades com maior população, e as 348 cidades brasileiras com menos de 100 mil e ao menos 50 mil habitantes.

Na lista das 25 piores, 17 estão na região Nordeste, algumas em regiões metropolitanas como Fortaleza (Maracanaú e Caucaia) ou Recife (Olinda e Jaboatão dos Guararapes).

Entre as 25 melhores cidades brasileiras para se envelhecer, não existe nenhuma capital do Nordeste, mas estão lá todas as capitais dos Estados do Sul (Florianópolis, Porto Alegre e Curitiba) e do Sudeste (Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte). E há 13 cidades do interior e litoral do Estado de São Paulo.

Abaixo as duas listas.

AS 25 PIORES CIDADES BRASILEIRAS PARA ENVELHECER

Olinda (PE)

Olinda, no Pernambuco, ocupa a 25ª colocação entre as cidades com menores índices de longevidade (126ª colocação entre as 150 cidades avaliadas).

Itabuna (BA)

Itabuna, na Bahia, ocupa a 24ª colocação entre as cidades com menores índices de longevidade (127ª colocação entre as 150 cidades avaliadas).

Parnamirim (RN)

A 23ª pior cidade avaliada pelo estudo entre os municípios com mais de 100 mil habitantes é Parnamirim, no Rio Grande do Norte (128º lugar no ranking geral).

Juazeiro do Norte (CE)

Juazeiro do Norte, no Ceará, ocupa a 22ª colocação entre as cidades com menores índices de longevidade (129ª colocação entre as 150 cidades avaliadas).

Ribeirão das Neves (MG)

A 21ª pior cidade avaliada pelo estudo entre os municípios com mais de 100 mil habitantes é Ribeirão das Neves, em Minas Gerais (130º lugar no ranking geral).

Mossoró (RN)

O índice de longevidade em Mossoró, no Rio Grande do Norte, é 20º pior entre as cidades com mais de 100 mil habitantes avaliadas.

Maceió (AL)

Maceió, em Alagoas, ocupa a 19ª colocação entre as cidades com menores índices de longevidade (132ª colocação entre as 150 cidades avaliadas).

Itaquaquecetuba (SP)

Itaquaquecetuba, em São Paulo, ocupa a 18ª colocação entre as cidades com menores índices de longevidade (133ª colocação entre as 150 cidades avaliadas).

Paulista (PE)

O índice de longevidade em Paulista, no Pernambuco, é 17º pior entre as cidades com mais de 100 mil habitantes avaliadas.

Vitória da Conquista (Bahia)

A 16ª pior cidade avaliada pelo estudo entre os municípios com mais de 100 mil habitantes é Vitória da Conquista, na Bahia (135º lugar no ranking geral).

Petrolina (PE)

A 15ª pior cidade avaliada pelo estudo entre os municípios com mais de 100 mil habitantes é Petrolina, em Pernambuco (136º lugar no ranking geral).

Feira de Santana (BA)

Feira de Santana, na Bahia, ocupa a 14ª colocação entre as cidades com menores índices de longevidade (137ª colocação entre as 150 cidades avaliadas).

Magé (RJ)

Magé, no Rio de Janeiro, ocupa a 13ª colocação entre as cidades com menores índices de longevidade (138ª colocação entre as 150 cidades avaliadas).

Macapá (AP)

A capital do Amapá, Macapá, ocupa a 12ª colocação entre as cidades com menores índices de longevidade (139ª colocação entre as 150 cidades avaliadas).

Belford Roxo (RJ)

O índice de longevidade em Belford Roxo, no Rio de Janeiro, é o 11º pior entre as cidades com mais de 100 mil habitantes avaliadas.

Jaboatão dos Guararapes (PE)

O índice de longevidade em Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, é o 10º pior entre as cidades com mais de 100 mil habitantes avaliadas.

Macaranaú (CE)

Maracanaú, no Ceará, ocupa a 9ª colocação entre as cidades com menores índices de longevidade (142ª colocação entre as 150 cidades avaliadas).

Santarém (PA)

Santarém, no Pará, ocupa a 8ª colocação entre as cidades com menores índices de longevidade (143ª colocação entre as 150 cidades avaliadas).

Juazeiro (BA)

A 7ª pior cidade avaliada pelo estudo entre os municípios com mais de 100 mil habitantes é Juazeiro, na Bahia (144º lugar no ranking geral).

Camaçari (BA)

A 6ª pior cidade avaliada pelo estudo entre os municípios com mais de 100 mil habitantes é Camaçari, na Bahia (145º lugar no ranking geral).

Arapiraca (AL)

Arapiraca, em Alagoas, ocupa a 5ª colocação entre as cidades com menores índices de longevidade (146ª colocação entre as 150 cidades avaliadas).

Caucaia (CE)

Caucaia, no Ceará, ocupa a 4ª colocação entre as cidades com menores índices de longevidade (147ª colocação entre as 150 cidades avaliadas).

Cabo de Santo Agostinho (PE)

Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, é a 3ª cidades com os piores índices de longevidade do Brasil (considerando municípios de mais de 100 mil habitantes).

Ananindeua (PA)

Na 2ª posição entre os municípios com as piores taxas de longevidade está Ananindeua, no Pará.

Marabá (PA)

Marabá, também no Pará, é considerada pelo estudo a pior cidade para envelhecer no Brasil, considerando os municípios com mais de 100 mil habitantes.

AS 25 MELHORES CIDADES BRASILEIRAS PARA ENVELHECER

25 – Araçatuba (SP)

24 – Rio de Janeiro (RJ)

23 – Londrina (PR)

22 – Marília (SP)

21 – Passo Fundo (RS)

20 – Santo André (SP)

19 – São Paulo (SP)

18 – Maringá (PR)

17 – Belo Horizonte (MG)

16 – São Carlos (SP)

15 – Araraquara (SP)

14 – Bauru (SP)

13 – Curitiba (PR)

12 – Presidente Prudente (SP)

11 – Blumenau (SC)

10 – Campinas (SP)

09 – Vitória (ES)

08 – Americana (SP)

07 – Jundiaí (SP)

06 – Ribeirão Preto (SP)

05 – São José do Rio Preto (SP)

04 – Niterói (RJ)

03 – Porto Alegre (RS)

02 – Florianópolis (SC)

01 – Santos (SP)

*Claudio Barros Araújo entrou numa redação aos 15 e desde então segue fazendo jornalismo todo dia e o dia todo. Passou nas principais redações de veículos de comunicação do Piauí. Lê e escreve compulsivamente. E lá se foram mais de 35 anos de jornalismo.

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